{"id":673,"date":"2022-11-16T16:00:34","date_gmt":"2022-11-16T19:00:34","guid":{"rendered":"https:\/\/utfpr.curitiba.br\/projetoestimulo\/?p=673"},"modified":"2022-11-15T21:59:27","modified_gmt":"2022-11-16T00:59:27","slug":"efeitos-da-musica-no-cerebro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/utfpr.curitiba.br\/projetoestimulo\/?p=673","title":{"rendered":"Efeitos da M\u00fasica no C\u00e9rebro"},"content":{"rendered":"\n<p>\u00a0Mat\u00e9ria escrita por Thais Vieira de Oliveira e Leonardo Citon<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"740\" height=\"679\" src=\"https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-677\" srcset=\"https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image.png 740w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-300x275.png 300w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-700x642.png 700w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-520x477.png 520w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-360x330.png 360w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-250x229.png 250w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-100x92.png 100w\" sizes=\"(max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A m\u00fasica \u00e9 um importante est\u00edmulo sensorial para nosso c\u00e9rebro. S\u00e3o v\u00e1rios os estudos mostrando ativa\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea de diversas regi\u00f5es subcorticais e corticais durante a experi\u00eancia musical, seja ouvindo, cantando ou tocando algum instrumento. Os efeitos provocados por esta experi\u00eancia s\u00e3o relatados em diversos n\u00edveis. A come\u00e7ar pelo sistema nervoso aut\u00f4nomo, a m\u00fasica modula processos como respira\u00e7\u00e3o, batimentos card\u00edacos, temperatura, press\u00e3o arterial, di\u00e2metro pupilar e atividade das gl\u00e2ndulas sudor\u00edparas, principalmente atrav\u00e9s de m\u00fasicas de alta val\u00eancia emocional para o ouvinte.<\/p>\n\n\n\n<p>Falando em emo\u00e7\u00e3o\u2026 A emo\u00e7\u00e3o \u00e9 um aspecto de muito interesse na neuroci\u00eancia da m\u00fasica, principalmente por ser um est\u00edmulo capaz de promover regula\u00e7\u00e3o emocional, uma importante implica\u00e7\u00e3o cl\u00ednica na musicoterapia.. O sistema de recompensa, envolvido em atividades prazerosas, \u00e9 constantemente ativado durante a experi\u00eancia musical, promovendo a sensa\u00e7\u00e3o prazerosa e at\u00e9 arrepios.<\/p>\n\n\n\n<p>A experi\u00eancia musical promove altera\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m em n\u00edvel estrutural. O c\u00f3rtex motor prim\u00e1rio, \u00e1rea principal relacionada a atividades motoras, \u00e9 maior em m\u00fasicos do que em n\u00e3o m\u00fasicos, em ambos os hemisf\u00e9rios. Tamb\u00e9m s\u00e3o encontradas diferen\u00e7as estruturais no c\u00f3rtex auditivo prim\u00e1rio, na \u00e1rea de Broca, no giro frontal inferior, no cerebelo e algumas \u00e1reas no lobo parietal superior. Essas mudan\u00e7as estruturais s\u00e3o conhecidas por neuroplasticidade, que \u00e9 a capacidade que o c\u00e9rebro tem de se reorganizar e se reconectar em resposta a experi\u00eancias nas quais ele se engaja. Este mecanismo promove organiza\u00e7\u00e3o e aumenta a densidade e for\u00e7a nas conex\u00f5es neuronais no SNC. V\u00e1rios estudos j\u00e1 demonstraram que a experi\u00eancia musical, seja a audi\u00e7\u00e3o de m\u00fasicas ou a pr\u00e1tica, \u00e9 uma importante forma de promover e\/ou fortalecer mais conex\u00f5es no c\u00e9rebro.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"740\" height=\"740\" src=\"https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-678\" srcset=\"https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-1.png 740w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-1-300x300.png 300w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-1-150x150.png 150w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-1-700x700.png 700w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-1-520x520.png 520w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-1-360x360.png 360w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-1-250x250.png 250w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-1-100x100.png 100w\" sizes=\"(max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Todos os efeitos da m\u00fasica no c\u00e9rebro s\u00e3o mediados por neuroqu\u00edmicos. A m\u00fasica melhora a sa\u00fade e bem-estar atrav\u00e9s do envolvimento dos sistemas neuroqu\u00edmicos englobando \u00e1reas de prazer, motiva\u00e7\u00e3o, recompensa, estresse, excita\u00e7\u00e3o, imunidade e rela\u00e7\u00f5es sociais. H\u00e1 uma forte liga\u00e7\u00e3o entre os subsistemas emocional e cognitivo durante o prazer musical, sugerindo que a recompensa musical depende da neurotransmiss\u00e3o dopamin\u00e9rgica dentro de uma rede neural semelhante \u00e0 de outros est\u00edmulos de refor\u00e7o. A m\u00fasica preferida induz a libera\u00e7\u00e3o de dopamina resultando em mudan\u00e7as na intensidade emocional e estimula\u00e7\u00e3o, levando a sentimentos de prazer e recompensa. A norepinefrina, por sua vez, est\u00e1 associada aos efeitos aut\u00f4nomos provocados pela experi\u00eancia musical, como mudan\u00e7as nas frequ\u00eancias card\u00edacas, respirat\u00f3rias e pulsa\u00e7\u00e3o arterial, por exemplo. Outro neuroqu\u00edmico, a ocitocina, associada a comportamentos sociais, \u00e9 modulada durante pr\u00e1ticas musicais em grupo, gerando a sensa\u00e7\u00e3o de pertencimento \u00e0 comunidade e prazer no conv\u00edvio social. A serotonina, tamb\u00e9m associada a processos cognitivos e emocionais, \u00e9 modulada de acordo com m\u00fasicas consideradas agrad\u00e1veis ou desagrad\u00e1veis, levando a estados de regula\u00e7\u00e3o ou desregula\u00e7\u00e3o emocional. Frequentemente relacionado ao estresse, o cortisol, tamb\u00e9m est\u00e1 associado \u00e0 sensa\u00e7\u00f5es que diferentes tipos de m\u00fasica promovem. Estudos mostram que o n\u00edvel de cortisol aumenta com a escuta de m\u00fasicas em andamento r\u00e1pido e com est\u00edmulo r\u00edtmico tocado repetidamente, e diminuem com m\u00fasica de din\u00e2micas mais lentas. Vale observar, no entanto, que os resultados n\u00e3o devem ser generalizados para toda a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Processos motores e cognitivos s\u00e3o amplamente pesquisados no contexto da pr\u00e1tica musical. O ato de tocar um instrumento musical envolve \u00e1reas motoras fundamentais para estabelecer a coordena\u00e7\u00e3o dos movimentos. A organiza\u00e7\u00e3o do ritmo junto ao movimento ativa uma ampla rede envolvendo o cerebelo, c\u00f3rtex motor, auditivo e \u00e1reas frontais, respons\u00e1veis por fun\u00e7\u00f5es cognitivas mais complexas.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro aspecto frequentemente relacionado \u00e0 m\u00fasica e muito utilizado no contexto terap\u00eautico \u00e9 a linguagem. Os elementos sonoro-musicais s\u00e3o compartilhados pelas mesmas regi\u00f5es que a linguagem, fazendo da m\u00fasica uma ferramenta importante no contexto da aquisi\u00e7\u00e3o ou reabilita\u00e7\u00e3o da linguagem.<\/p>\n\n\n\n<p>Outros processos cognitivos como aten\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria e fun\u00e7\u00f5es executivas tamb\u00e9m podem ser mediados pela experi\u00eancia musical. A pr\u00e1tica de exerc\u00edcios musicais exige habilidades cognitivas complexas como planejamento, aten\u00e7\u00e3o sustentada e dividida, mem\u00f3ria operacional, flexibilidade cognitiva e controle inibit\u00f3rio, por exemplo. Estas habilidades est\u00e3o relacionadas \u00e0s regi\u00f5es frontais do c\u00e9rebro, intensamente ativadas durante a experi\u00eancia musical.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, \u00e9 importante considerar os poss\u00edveis efeitos adversos da experi\u00eancia musical. Por exemplo, um quadro conhecido \u00e9 o da epilepsia musicog\u00eanica. Neste quadro, a pessoa pode ter uma crise de epilepsia desencadeada ao ouvir o som de um instrumento em espec\u00edfico, uma repeti\u00e7\u00e3o de est\u00edmulos r\u00edtmicos, ou a uma m\u00fasica. A crise pode ocorrer a partir de uma superestimula\u00e7\u00e3o provocada pelos sons. Como j\u00e1 dito anteriormente, a m\u00fasica modula processos aut\u00f4nomos por sua a\u00e7\u00e3o subcortical. Assim, seu efeito relatado para regula\u00e7\u00e3o emocional, pode tamb\u00e9m ser adverso e acabar levando o ouvinte a uma experi\u00eancia de ansiedade, estresse, raiva ou tristeza.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, com o avan\u00e7o das tecnologias em neuroimagem, foi poss\u00edvel identificar muitas facetas do processamento musical no c\u00e9rebro. As descobertas v\u00e3o para al\u00e9m dos laborat\u00f3rios. A ampla literatura sobre m\u00fasica e c\u00e9rebro t\u00eam embasado a pr\u00e1tica de interven\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas em musicoterapia neurol\u00f3gica, tornando o universo m\u00fasica-c\u00e9rebro um espectro de possibilidades em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"826\" height=\"316\" src=\"https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-679\" srcset=\"https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-2.png 826w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-2-300x115.png 300w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-2-768x294.png 768w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-2-700x268.png 700w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-2-520x199.png 520w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-2-360x138.png 360w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-2-250x96.png 250w, https:\/\/utfpr-ct-static-content.s3.amazonaws.com\/utfpr.curitiba.br\/wp-content\/uploads\/sites\/105\/2022\/11\/image-2-100x38.png 100w\" sizes=\"(max-width: 826px) 100vw, 826px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Refer\u00eancias:<\/p>\n\n\n\n<p>Alluri et al. (2012) &#8211; Large-scale brain networks emerge from dynamic processing of musical timbre, key and rhythm. Doi: 10.1016\/j.neuroimage.2011.11.019.<\/p>\n\n\n\n<p>Chanda e Levitin (2013) &#8211; The Neurochemistry of Music. https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.tics.2013.02.007.<\/p>\n\n\n\n<p>Chatterjeea et al. (2021) &#8211; The substratum of music-based interventions in neurorehabilitation. DOI: <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3233\/nre-208011\">10.3233\/NRE-208011<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Colombo et al. (2020) &#8211; Editorial: Music Training, Neural Plasticity, and Executive Function. https:\/\/doi.org\/10.3389\/fnint.2020.00041.<\/p>\n\n\n\n<p>Kaplan, P. (2003) &#8211; Musicogenic epilepsy and epileptic music: a seizure\u2019s song. DOI: <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/s1525-5050(03)00172-0\">10.1016\/s1525-5050(03)00172-0<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Levitin, D. J. (2006) &#8211; A M\u00fasica no seu C\u00e9rebro &#8211; A ci\u00eancia de uma obsess\u00e3o humana.<\/p>\n\n\n\n<p>Salimpoor et al. (2009) &#8211; The Rewarding Aspects of Music Listening Are Related to Degree of Emotional Arousal &#8211; <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1371\/journal.pone.0007487\">https:\/\/doi.org\/10.1371\/journal.pone.0007487<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Schlaug (2015) &#8211; Musicians and music making as a model for the study of brain plasticity. DOI:10.1016\/bs.pbr.2014.11.020.<\/p>\n\n\n\n<p>Yu et al. (2017) &#8211; The Shared Neural Basis of Music and Language. DOI:<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.neuroscience.2017.06.003\">10.1016\/j.neuroscience.2017.06.003<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0Mat\u00e9ria escrita por Thais Vieira de Oliveira e Leonardo Citon A m\u00fasica \u00e9 um importante est\u00edmulo sensorial para nosso c\u00e9rebro. 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