{"id":25,"date":"2014-07-22T23:55:53","date_gmt":"2014-07-22T23:55:53","guid":{"rendered":"http:\/\/modernthemes.net\/demo\/fitcoach\/?p=25"},"modified":"2024-11-06T22:40:46","modified_gmt":"2024-11-07T01:40:46","slug":"your-guns-can-get-bigger","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/utfpr.curitiba.br\/cautec\/?p=25","title":{"rendered":"Iniciante: aprenda tudo o que voc\u00ea pode ver com um telesc\u00f3pio"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: verdana;font-size: small\">Uma das primeiras perguntas feitas pelos candidatos \u00e0 compra de um telesc\u00f3pio \u00e9 sobre o que ser\u00e1 poss\u00edvel ver atrav\u00e9s da ocular. Perguntas como &#8220;o que vai dar pra ver?&#8221; ou &#8220;d\u00e1 pra ver J\u00fapiter e as estrelas?&#8221; s\u00e3o as mais comuns e deixam qualquer principiante completamente perdido ante a compra de um instrumento.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.apolo11.com\/display.php?imagem=imagens\/2015\/star_party_20151120-095612_big.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.apolo11.com\/imagens\/2015\/star_party_20151120-095612.jpg\" alt=\"Star Party - Reuniao de astronomos para ver o ceu\" border=\"0\" \/><\/a><br \/>\n<span style=\"font-family: arial;font-size: small\"><b>Star Party &#8211; Reuni\u00e3o de astr\u00f4nomos para ver o c\u00e9u<\/b><\/span>Antes de qualquer coisa \u00e9 muito importante saber que nenhum telesc\u00f3pio existente \u00e9 capaz de fornecer as mesmas imagens que acompanham as embalagens dos produtos ou aquelas cenas deslumbrante vistas na internet ou na televis\u00e3o. Nem mesmo o telesc\u00f3pio espacial Hubble \u00e9 capaz de obter paisagens t\u00e3o impressionantes.<\/p>\n<p>Essas imagens s\u00e3o fruto de longas exposi\u00e7\u00f5es fotogr\u00e1ficas onde uma mesma \u00e1rea do espa\u00e7o \u00e9 registrada por horas, dias e at\u00e9 mesmo meses, produzindo diversas cenas que s\u00e3o depois somadas, ou como se diz no linguajar astron\u00f4mico, &#8220;empilhadas&#8221;.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.apolo11.com\/imagens\/etc\/telescopio_belas_imagens.jpg\" alt=\"\" \/>Outro detalhe que precisa ser lembrado \u00e9 que quando observadas atrav\u00e9s da ocular, ao contr\u00e1rio do que se pensa as estrelas n\u00e3o aumentam de tamanho. Elas apenas brilham mais. Isso faz com que as estrelas antes invis\u00edveis tenham seu brilho aumentado e possam ser vistas e estudadas. Os planetas, ao contr\u00e1rio das estrelas, parecem maiores e suas formas arredondadas podem ser percebidas com maior facilidade.<\/p>\n<p>Como o telesc\u00f3pio amplifica o brilho dos objetos, aglomerados estelares e nebulosas de g\u00e1s completamente impercept\u00edveis aos olhos humanos passam a serem vis\u00edveis, podendo revelar detalhes muito interessantes de serem analisados.<\/p>\n<p><b>Poder de Resolu\u00e7\u00e3o<\/b><br \/>\nAntes de esclarecer o que pode ser visto atrav\u00e9s do telesc\u00f3pio, \u00e9 importante conhecer um par\u00e2metro muito importante sobre o aparelho visual humano chamado Poder de Resolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Experimente desenhar dois pequenos pontos, bem pr\u00f3ximos um do outro, em uma folha de papel. Pregue esta folha na parede e afaste-se dela at\u00e9 n\u00e3o conseguir mais distinguir um ponto do outro. Quando isso acontecer a dist\u00e2ncia angular entre os dois pontos ser\u00e1 de aproximadamente 2 minutos de arco, ou 2&#8242;.<\/p>\n<p>Esse valor \u00e9 t\u00edpico da vista humana normal e significa que dois objetos com dist\u00e2ncia angular inferior a esta ser\u00e3o percebidos pelos olhos como um objeto \u00fanico. Algumas pessoas com excelente vis\u00e3o conseguem distinguir pontos mais pr\u00f3ximos, de aproximadamente 30 segundos de arco (quatro vezes melhor), mas s\u00e3o exce\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><b>Estrelas Duplas<\/b><br \/>\nNo c\u00e9u existem milhares de estrelas visualmente muito pr\u00f3ximas entre si e devido \u00e0 limita\u00e7\u00e3o explicada acima elas se parecem como um \u00fanico ponto. O exemplo mais famoso \u00e9 a estrela Alpha Centauri, localizada a leste do Cruzeiro do Sul.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.apolo11.com\/imagens\/etc\/telescopio_poder_de_separacao.jpg\" alt=\"\" \/>Vista sem o uso de instrumentos Alpha Centauri \u00e9 um ponto bastante brilhante, mas quando observada atrav\u00e9s de um pequeno telesc\u00f3pio percebe-se claramente que n\u00e3o se trata de uma \u00fanica estrela, mas sim de duas, Alpha Centauri A e B.<\/p>\n<p>Se olharmos este mesmo conjunto de duas estrelas com um telesc\u00f3pio dotado de uma objetiva maior, veremos que existe outra estrela pr\u00f3xima a ele, Alpha Centauri C, tamb\u00e9m chamada de Pr\u00f3xima Centauri.<\/p>\n<p>Com deu pra perceber, o poder de separa\u00e7\u00e3o de um telesc\u00f3pio cresce proporcionalmente com o di\u00e2metro da objetiva principal. Uma objetiva de 100 mil\u00edmetros (10 cm) de di\u00e2metro tem um poder de resolu\u00e7\u00e3o de 1 segundo de arco (1\u201d), ou seja, \u00e9 120 vezes melhor que nossa vista. Em outras palavras, com um telesc\u00f3pio de 100 mil\u00edmetros de abertura \u00e9 poss\u00edvel &#8220;resolver&#8221; uma separa\u00e7\u00e3o angular de apenas 1 segundo de arco, 120 vezes mais &#8220;colados&#8221; do que aqueles que conseguimos ver com nossos olhos.<\/p>\n<p>Resumindo, um telesc\u00f3pio melhora a capacidade do olho em resolver sistemas muito pr\u00f3ximos, permitindo observar detalhes completamente imposs\u00edveis de serem vistos sem o uso de instrumentos, separando objetos que \u00e0 vista desarmada pareceriam um \u00fanico ponto.<\/p>\n<p><b>Magnitude Visual<\/b><br \/>\nOutro detalhe importante que o principiante deve conhecer se refere ao brilho dos objetos, medido em magnitudes. Nesse sistema, inventado pelo grego Hiparco no ano de 129 a.C, quanto maior a magnitude de uma estrela, menor ser\u00e1 o seu brilho. Assim, estrelas com magnitudes negativas ser\u00e3o mais brilhantes do que aquelas com magnitude positiva. Veja alguns exemplos:<\/p>\n<p>Brilho da Lua Cheia: magnitude de -13<br \/>\nEstrela Sirius, a mais brilhante do c\u00e9u: Magnitude -1.45<br \/>\nLimite da vis\u00e3o humana: +6<br \/>\nBin\u00f3culo de 50 mm: +9<br \/>\nPlut\u00e3o: +15.1<br \/>\nLimite dos maiores telesc\u00f3pios terrestres: +28<br \/>\nLimite do telesc\u00f3pio Hubble: +30<\/p>\n<p>Pela tabela acima \u00e9 f\u00e1cil constatar que nenhum objeto com magnitude superior a +6 pode ser visto pelo olho humano, mas um pequeno bin\u00f3culo de 50 mil\u00edmetros j\u00e1 permite ampliar este limite para 9 magnitudes, um brilho 15 vezes mais fraco!<\/p>\n<p><b>O que d\u00e1 pra ver?<\/b><br \/>\nComo explicado, o que realmente d\u00e1 poder a um telesc\u00f3pio \u00e9 sua &#8220;abertura&#8221;. No caso dos telesc\u00f3pios refratores, aqueles formados por lentes, essa &#8220;abertura&#8221; \u00e9 o pr\u00f3prio di\u00e2metro da lente que fica \u00e0 frente do instrumento, chamada de objetiva. Nos telesc\u00f3pios refletores essa &#8220;abertura&#8221; \u00e9 dada pelo di\u00e2metro do espelho principal. Quanto maior a abertura, mais luz se pode captar, al\u00e9m de permitir maiores aumentos.<\/p>\n<p><b>Amplia\u00e7\u00e3o<\/b><br \/>\nE n\u00e3o se esque\u00e7a: o aumento m\u00e1ximo permitido por um telesc\u00f3pio \u00e9 o dobro da sua abertura. Assim, um telesc\u00f3pio de 60 mil\u00edmetros de abertura proporciona no m\u00e1ximo 120 vezes de aumento, enquanto um com 200 mil\u00edmetros permite aumentos de at\u00e9 400 vezes. Isso significa que telesc\u00f3pios com 60 mil\u00edmetros de abertura n\u00e3o conseguem aumentar 700 vezes!<\/p>\n<p><b>Exemplos Pr\u00e1ticos<\/b><br \/>\nA tabela abaixo mostra o que se pode ver com diversos tipos de telesc\u00f3pios, levando-se em conta que os mesmos estejam instalados em local escuro e longe de fontes de polui\u00e7\u00e3o luminosa e atmosf\u00e9rica.<\/p>\n<p><b>aten\u00e7\u00e3o: Nunca olhe para o Sol sem filtro de prote\u00e7\u00e3o, com ou sem telesc\u00f3pio &#8211; Risco de cegueira.<\/b><\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><span style=\"font-family: verdana;font-size: small\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.apolo11.com\/imagens\/etc\/telescopio_50mm.jpg\" alt=\"\" align=\"right\" hspace=\"6\" \/><b>Telesc\u00f3pio Refrator de 50 mil\u00edmetros<\/b><br \/>\nCom este simples telesc\u00f3pio j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel observar estrelas de 9 magnitudes, al\u00e9m de permitir os primeiros estudos topogr\u00e1ficos da<b>Lua<\/b>. Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel fazer observa\u00e7\u00f5es das manchas solares e de suas f\u00e1culas (material luminoso que se observa nas imedia\u00e7\u00f5es da mancha), desde que o instrumento esteja equipado com filtro ou anteparo de observa\u00e7\u00e3o solar.<\/span>A observa\u00e7\u00e3o de <b>J\u00fapiter<\/b> tamb\u00e9m se mostra interessante. \u00c9 poss\u00edvel perceber o achatamento polar do planeta e ver com facilidade seus quatro principais sat\u00e9lites. A observa\u00e7\u00e3o de <b>V\u00eanus<\/b> permite o estudo de suas fases e apontando as lentes para Saturno \u00e9 poss\u00edvel perceber seus an\u00e9is, mas forma min\u00fascula. <b>Marte<\/b> \u00e9 uma pequena bolinha, quase sem defini\u00e7\u00e3o.Um instrumento de 50 mil\u00edmetros permite distinguir estrelas duplas com separa\u00e7\u00e3o de 5 segundos e contemplar alguns aglomerados como as <b>Pl\u00eaiades<\/b>, <b>H\u00edades<\/b> e tamb\u00e9m a nebulosa de <b>\u00d3rion M42<\/b>.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><b>Telesc\u00f3pio Refletor de 60 mil\u00edmetros<\/b><br \/>\nEste \u00e9 um t\u00edpico instrumento popular e apesar da pequena diferen\u00e7a com rela\u00e7\u00e3o ao modelo anterior, com ele j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel ver estrelas de 10 magnitudes e resolver sistemas duplos com separa\u00e7\u00e3o de 3 segundos de arco. Apontando a objetiva para<b>Saturno<\/b> j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel ver <b>Tit\u00e3<\/b>, seu principal sat\u00e9lite, embora o planeta apare\u00e7a bem pequeno e se assemelhe a uma micro miniatura.A <b>Lua<\/b> se mostra ligeiramente mais interessante e suas crateras apresentam mais detalhes do que vistas em um instrumento de 50 mil\u00edmetros. Detalhes das sombras lunares j\u00e1 chamam a aten\u00e7\u00e3o e os relevos das bordas do disco lunar s\u00e3o claramente notados. N\u00e3o existe muita diferen\u00e7a ao se observar <b>Marte<\/b> ou <b>V\u00eanus<\/b> e ambos se parecem como bolinhas arredondadas. Mesmo assim j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel perceber as fases venusianas.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.apolo11.com\/imagens\/etc\/telescopio_75mm.jpg\" alt=\"\" align=\"right\" hspace=\"6\" \/><b>Telesc\u00f3pio Refrator de 75 mil\u00edmetros<\/b><br \/>\nUm interessante instrumento de baixo custo, mas bem superior aos modelos de 50 e 60 mil\u00edmetros. Com ele ja d\u00e1 para ver estrelas de 11 magnitudes e separar objetos distanciados por at\u00e9 2 segundos de arco. Em <b>Marte<\/b> as calotas polares j\u00e1 s\u00e3o distinguidas como um pequeno ponto branco sobre a borda avermelhada do planeta e j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel reconhecer a regi\u00e3o de <b>Syrtis Magna<\/b>. Em um telesc\u00f3pio de 75 mil\u00edmetros <b>Marte<\/b> ainda se parece com uma pequena bolinha avermelhada.<\/p>\n<p><b>J\u00fapiter<\/b> come\u00e7a a revelar alguns detalhes imposs\u00edveis de serem visto com telesc\u00f3pios menores e o ligeiro aumento na objetiva ja permite que o observador perceba as<b>faixas equatoriais<\/b> do gigante gasoso. Em <b>Saturno<\/b> os detalhes tamb\u00e9m come\u00e7am a despontar e a <b>divis\u00e3o de Cassini<\/b> em seus an\u00e9is tamb\u00e9m come\u00e7a a ser vista, se bem que de forma bem t\u00eanue. Os quatro sat\u00e9lites, <b>Tit\u00e3, Rh\u00e9a, Japeto e Thetis<\/b> finalmente podem ser observados com facilidade e s\u00e3o vistos como pequenos pontos luminosos.<\/p>\n<p><b>Telesc\u00f3pio Refrator de 95 mil\u00edmetros<\/b><br \/>\nSuperior ao modelo anterior permite observar objetos celestes de 11.5 magnitudes e desdobrar estrelas com 1.5 segundo de arco de separa\u00e7\u00e3o. O instrumento tamb\u00e9m capacita o astr\u00f4nomo a detalhar melhor os discos planet\u00e1rios e as sombras das manchas solares. Devido ao maior di\u00e2metro da objetiva os aglomerados estelares se tornam mais n\u00edtidos e mais f\u00e1ceis de serem contemplados.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><b>Telesc\u00f3pio Refrator de 110 mil\u00edmetros ou Refletor de 120 mil\u00edmetros<\/b><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.apolo11.com\/imagens\/etc\/telescopio_120mm.jpg\" alt=\"\" align=\"right\" hspace=\"6\" \/><br \/>\nTelesc\u00f3pios ideais para os amadores que j\u00e1 adquiriam experi\u00eancia com modelos menores. Permitem ver objetos de magnitude 12 e separar sistemas estelares com 1.5 segundo de dist\u00e2ncia entre suas componentes. Quando em oposi\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel permite at\u00e9 mesmo vislumbrar algumas particularidades topogr\u00e1ficas de Marte.Na <b>Lua<\/b>, as ranhuras da superf\u00edcie passam a ser percept\u00edveis. Em <b>J\u00fapiter<\/b>, os detalhes das faixas se tornam mais claros e em <b>Saturno<\/b> \u00e9 poss\u00edvel reconhecer seu anel sombrio. O aumento da objetiva em rela\u00e7\u00e3o ao modelo de 95 mil\u00edmetros revela mais um sat\u00e9lite ao redor de Saturno: <b>Dion\u00e9ia<\/b>.<\/p>\n<p>A nebulosa de <b>Lyra<\/b>, muito apagada nos outros instrumentos, ganha vida neste instrumento.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.apolo11.com\/imagens\/etc\/telescopio_130mm.jpg\" alt=\"\" align=\"left\" hspace=\"6\" \/><b>Telesc\u00f3pio Refletor de 150 mil\u00edmetros<\/b><br \/>\nObjetos muito escuros, da ordem de 13 magnitudes passam a ser observ\u00e1veis. Permite tamb\u00e9m a identifica\u00e7\u00e3o de algumas manchas aleat\u00f3rias nos discos planet\u00e1rios de <b>Merc\u00fario<\/b> e <b>V\u00eanus<\/b>, al\u00e9m do estudo das varia\u00e7\u00f5es de tonalidades e dos <b>aspectos lunares<\/b>.Em <b>Marte<\/b> \u00e9 poss\u00edvel perceber as varia\u00e7\u00f5es que ocorrem nas calotas polares enquanto as faixas de<b>J\u00fapiter<\/b> s\u00e3o vistas com bastante nitidez. Um telesc\u00f3pio desse porte tamb\u00e9m permite a separa\u00e7\u00e3o de estrelas com menos de 0.8 segundos e os aglomerados mais dif\u00edceis de serem vistos j\u00e1 apresentam suas fei\u00e7\u00f5es t\u00edpicas.<\/p>\n<p>Utilizando uma ocular de aumento m\u00e9dio alguns detalhes de <b>Urano<\/b> come\u00e7am a ser vis\u00edveis, embora o planeta seja apenas um difuso disco planet\u00e1rio. Isso ajuda a distingui-lo entre o fundo estelar mas nenhum de seus sat\u00e9lites ainda pode ser visto.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.apolo11.com\/imagens\/etc\/telescopio_200mm.jpg\" alt=\"\" align=\"right\" hspace=\"6\" \/><b>Telesc\u00f3pio Refletor de 200 mil\u00edmetros<\/b><br \/>\nUm excelente instrumento para o amador s\u00e9rio que deseja ampliar seus conhecimentos.O grande di\u00e2metro do espelho capacita o astr\u00f4nomo a ver os objetos do c\u00e9u profundo, conhecidos por <b>DSO<\/b>, ou Deep Sky objects com mais de 13.5 magnitudes. Astrofotografias de alta resolu\u00e7\u00e3o dos planetas e sat\u00e9lites j\u00e1 fornecem resultados de grande qualidade t\u00e9cnica.<br \/>\n<b>Telesc\u00f3pio Refletor de 300 mil\u00edmetros<\/b><br \/>\nSonho de consumo da grande maioria dos astr\u00f4nomos amadores, um refletor de 300 mil\u00edmetros permite com folga as observa\u00e7\u00f5es dos sat\u00e9lites de <b>Urano<\/b> e de <b>Trit\u00e3o<\/b>, sat\u00e9lite de<b>Netuno<\/b>, al\u00e9m de poder desdobrar sistemas de 0.4 segundos de arco. Seu grande tamanho permite que objetos de 14 magnitudes possam ser vistos. Mesmo assim, qualquer tentativa de observar <b>Plut\u00e3o<\/b> ser\u00e1 fadada ao fracasso, uma vez que o planeta-an\u00e3o tem brilho de apenas 15.1 magnitudes.<\/p>\n<p>Astrofotografias digitais e registros espectrogr\u00e1ficos feitos com um telesc\u00f3pio de 300 mil\u00edmetros dotado de acompanhamento autom\u00e1tico permitem o estudo s\u00e9rio de in\u00fameros detalhes das superf\u00edcies e atmosferas dos planetas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-family: verdana;font-size: small\"><span style=\"color: steelblue\"><br \/>\nA Nebulosa Helix, registrada pelo telesc\u00f3pio Espacial Hubble e pelo telesc\u00f3pio do Observat\u00f3rio Interameircano de Cerro Tololo, no Chile. Fotos desse tipo s\u00e3o feitas com diversos dias de capta\u00e7\u00e3o de luz. Cr\u00e9dito: NASA\/ESA. Na sequ\u00eancia vemos a estrela Rigil Kent, a Alfa do Centauro. Com um telesc\u00f3pio \u00e9 poss\u00edvel ver que n\u00e3o se trata de apenas um estrela, mas de um sistema estelar triplo. Por \u00faltimos vemos alguns tipos de telesc\u00f3pios encontrados no mercado.<\/span><\/span><\/p>\n<p>FONTE: http:\/\/www.apolo11.com\/curiosidades.php?posic=dat_20090309-093428.inc<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das primeiras perguntas feitas pelos candidatos \u00e0 compra de um telesc\u00f3pio \u00e9 sobre o que ser\u00e1 poss\u00edvel ver atrav\u00e9s da ocular. Perguntas como &#8220;o que vai dar pra ver?&#8221; ou &#8220;d\u00e1 pra ver J\u00fapiter e as estrelas?&#8221; s\u00e3o as mais comuns e deixam qualquer principiante completamente perdido ante a compra de um instrumento. 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