{"id":625,"date":"2021-06-10T09:00:00","date_gmt":"2021-06-10T12:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bibliotecadesigncenico.ct.utfpr.edu.br\/?p=625"},"modified":"2021-06-09T17:08:22","modified_gmt":"2021-06-09T20:08:22","slug":"a-luz-da-montagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/utfpr.curitiba.br\/bibliotecadesigncenico\/?p=625","title":{"rendered":"A Luz da Montagem"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"625\" class=\"elementor elementor-625\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-1ccbb08 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"1ccbb08\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-46c12bf\" data-id=\"46c12bf\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0112b8b elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"0112b8b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><span data-sheets-value=\"{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;MACHADO, Renato Bandeira Gouv\u00eaa. A luz da montagem. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Artes C\u00eanicas) - UNIRIO, 2011.&quot;}\" data-sheets-userformat=\"{&quot;2&quot;:7073,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;8&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;10&quot;:2,&quot;11&quot;:0,&quot;12&quot;:0,&quot;14&quot;:[null,2,2575891],&quot;15&quot;:&quot;Arial&quot;}\">MACHADO, Renato Bandeira Gouv\u00eaa. <strong>A luz da montagem.<\/strong> Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Artes C\u00eanicas) &#8211; UNIRIO, 2011.<\/span><\/p><p>Palavras-chave: <span data-sheets-value=\"{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Analogia; Ilumina\u00e7\u00e3o C\u00eanica; Montagem.&quot;}\" data-sheets-userformat=\"{&quot;2&quot;:573,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;6&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;7&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;8&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;12&quot;:0}\">Analogia; Ilumina\u00e7\u00e3o C\u00eanica; Montagem.<\/span><\/p><p>Resumo: <span data-sheets-value=\"{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Esta disserta\u00e7\u00e3o prop\u00f5e uma aproxima\u00e7\u00e3o entre o cinema e o teatro. O eixo principal deste movimento s\u00e3o os mecanismos de ilumina\u00e7\u00e3o c\u00eanica, no teatro, e de montagem, no cinema. O movimento busca uma analogia entre estas duas ferramentas, analisando formas como s\u00e3o utilizadas em seus espec\u00edficos ve\u00edculos. O ponto de partida s\u00e3o observa\u00e7\u00f5es realizadas quando da encena\u00e7\u00e3o da pe\u00e7a Sangue bom, da Cia. PeQuod de Teatro. Fui o criador do desenho de luz da pe\u00e7a em quest\u00e3o e, junto aos demais participantes da montagem, tive a n\u00edtida percep\u00e7\u00e3o que o resultado final da cena trazia consigo um componente cinem\u00e1tico que fazia com que o espectador, sentado em sua poltrona teatral, tivesse por vezes a sensa\u00e7\u00e3o de estar diante de um filme. O fato de ter me graduado em cinema pela Universidade Est\u00e1cio de S\u00e1 e possuir algum conhecimento adquirido sobre a s\u00e9tima arte me levou a propor esta disserta\u00e7\u00e3o onde averiguo um poss\u00edvel ponto de contato entre pe\u00e7a e filme. Come\u00e7o por levar ao leitor um breve hist\u00f3rico da Cia. PeQuod e sua rela\u00e7\u00e3o com o cinema, bem como a forma com que se estabeleceu meu contato com o diretor da mesma Miguel Vellinho. Enquadrar a pe\u00e7a como um tipo espec\u00edfico de teatro, no caso o drama, \u00e9 o passo seguinte, j\u00e1 que se fazia necess\u00e1rio criar um recorte mais preciso para dar suporte ao estudo. Sigo por analisar mais especificamente a maneira como a ilumina\u00e7\u00e3o foi utilizada na pe\u00e7a. Para colocar o cinema na discuss\u00e3o, primeiramente j\u00e1 proponho o recorte desejado dentro do vasto universo cinematogr\u00e1fico. Devido \u00e0 sua semelhan\u00e7a com as estruturas do drama teatral, que foram base para um dos pensamentos que o fundamentou, o cinema cl\u00e1ssico narrativo, forma predominante at\u00e9 os nossos dias, foi o escolhido. Estudar a quest\u00e3o do fragmento como unidade da constru\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica, no caso o plano, que traz atrelado a si uma configura\u00e7\u00e3o espacial e uma dura\u00e7\u00e3o, e, portanto, sua justaposi\u00e7\u00e3o acarretando for\u00e7osamente descontinuidades de espa\u00e7o e tempo levou-me a pesquisar como se constitui o espa\u00e7o cinematogr\u00e1fico (especialmente na narrativa cl\u00e1ssica) e como o tempo interfere na narrativa. Tal estudo se estendeu tamb\u00e9m para o drama teatral, numa tentativa de compreender suas rela\u00e7\u00f5es de espa\u00e7o e tempo. A jun\u00e7\u00e3o de fragmentos, no cinema, se d\u00e1 atrav\u00e9s da montagem. No drama, o estudo traz a ideia que a ilumina\u00e7\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel por fragmentar o espa\u00e7o continuo dentro de uma mesma cena e tamb\u00e9m tem interfer\u00eancias no ritmo e no tempo dieg\u00e9tico da pe\u00e7a. Restava escolher um filme para poder mergulhar num estudo de caso que detalhasse a analogia proposta. Dr\u00e1cula de Bram Stoker do norte americano Francis Ford Coppola \u00e9 o escolhido. Segue-se o estudo de caso que procura fundamentar a analogia entre ilumina\u00e7\u00e3o e montagem com o foco voltado para uma pe\u00e7a e um filme que tratam de uma hist\u00f3ria de vampiro. Era ainda necess\u00e1rio colocar o fato de ilumina\u00e7\u00e3o e montagem poderem aparecer de diversas outras formas, por vezes muito distantes, daquelas cristalizadas por drama teatral e cinema cl\u00e1ssico narrativo. Um pequeno mergulho na obra do cineasta sovi\u00e9tico Sergei Eisenstein e em algumas pe\u00e7as contempor\u00e2neas cujos processos vivenciei nos trazem tal distanciamento. Finalizando, procuro pensar sobre como a ideia de fragmenta\u00e7\u00e3o percorreu fortemente todo o s\u00e9culo XX fazendo com que montagem e ilumina\u00e7\u00e3o, cada uma \u00e0 sua maneira, dentro de seu ve\u00edculo, tenham se apoiado nela consideravelmente para se constituir como ferramentas da narrativa.&quot;}\" data-sheets-userformat=\"{&quot;2&quot;:572,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;6&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;7&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;8&quot;:{&quot;1&quot;:[{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0,&quot;5&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0}},{&quot;1&quot;:0,&quot;2&quot;:0,&quot;3&quot;:3},{&quot;1&quot;:1,&quot;2&quot;:0,&quot;4&quot;:1}]},&quot;12&quot;:0}\">Esta disserta\u00e7\u00e3o prop\u00f5e uma aproxima\u00e7\u00e3o entre o cinema e o teatro. O eixo principal deste movimento s\u00e3o os mecanismos de ilumina\u00e7\u00e3o c\u00eanica, no teatro, e de montagem, no cinema. O movimento busca uma analogia entre estas duas ferramentas, analisando formas como s\u00e3o utilizadas em seus espec\u00edficos ve\u00edculos. O ponto de partida s\u00e3o observa\u00e7\u00f5es realizadas quando da encena\u00e7\u00e3o da pe\u00e7a Sangue bom, da Cia. PeQuod de Teatro. Fui o criador do desenho de luz da pe\u00e7a em quest\u00e3o e, junto aos demais participantes da montagem, tive a n\u00edtida percep\u00e7\u00e3o que o resultado final da cena trazia consigo um componente cinem\u00e1tico que fazia com que o espectador, sentado em sua poltrona teatral, tivesse por vezes a sensa\u00e7\u00e3o de estar diante de um filme. O fato de ter me graduado em cinema pela Universidade Est\u00e1cio de S\u00e1 e possuir algum conhecimento adquirido sobre a s\u00e9tima arte me levou a propor esta disserta\u00e7\u00e3o onde averiguo um poss\u00edvel ponto de contato entre pe\u00e7a e filme. Come\u00e7o por levar ao leitor um breve hist\u00f3rico da Cia. PeQuod e sua rela\u00e7\u00e3o com o cinema, bem como a forma com que se estabeleceu meu contato com o diretor da mesma Miguel Vellinho. Enquadrar a pe\u00e7a como um tipo espec\u00edfico de teatro, no caso o drama, \u00e9 o passo seguinte, j\u00e1 que se fazia necess\u00e1rio criar um recorte mais preciso para dar suporte ao estudo. Sigo por analisar mais especificamente a maneira como a ilumina\u00e7\u00e3o foi utilizada na pe\u00e7a. Para colocar o cinema na discuss\u00e3o, primeiramente j\u00e1 proponho o recorte desejado dentro do vasto universo cinematogr\u00e1fico. Devido \u00e0 sua semelhan\u00e7a com as estruturas do drama teatral, que foram base para um dos pensamentos que o fundamentou, o cinema cl\u00e1ssico narrativo, forma predominante at\u00e9 os nossos dias, foi o escolhido. Estudar a quest\u00e3o do fragmento como unidade da constru\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica, no caso o plano, que traz atrelado a si uma configura\u00e7\u00e3o espacial e uma dura\u00e7\u00e3o, e, portanto, sua justaposi\u00e7\u00e3o acarretando for\u00e7osamente descontinuidades de espa\u00e7o e tempo levou-me a pesquisar como se constitui o espa\u00e7o cinematogr\u00e1fico (especialmente na narrativa cl\u00e1ssica) e como o tempo interfere na narrativa. Tal estudo se estendeu tamb\u00e9m para o drama teatral, numa tentativa de compreender suas rela\u00e7\u00f5es de espa\u00e7o e tempo. A jun\u00e7\u00e3o de fragmentos, no cinema, se d\u00e1 atrav\u00e9s da montagem. No drama, o estudo traz a ideia que a ilumina\u00e7\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel por fragmentar o espa\u00e7o continuo dentro de uma mesma cena e tamb\u00e9m tem interfer\u00eancias no ritmo e no tempo dieg\u00e9tico da pe\u00e7a. Restava escolher um filme para poder mergulhar num estudo de caso que detalhasse a analogia proposta. Dr\u00e1cula de Bram Stoker do norte americano Francis Ford Coppola \u00e9 o escolhido. Segue-se o estudo de caso que procura fundamentar a analogia entre ilumina\u00e7\u00e3o e montagem com o foco voltado para uma pe\u00e7a e um filme que tratam de uma hist\u00f3ria de vampiro. Era ainda necess\u00e1rio colocar o fato de ilumina\u00e7\u00e3o e montagem poderem aparecer de diversas outras formas, por vezes muito distantes, daquelas cristalizadas por drama teatral e cinema cl\u00e1ssico narrativo. Um pequeno mergulho na obra do cineasta sovi\u00e9tico Sergei Eisenstein e em algumas pe\u00e7as contempor\u00e2neas cujos processos vivenciei nos trazem tal distanciamento. Finalizando, procuro pensar sobre como a ideia de fragmenta\u00e7\u00e3o percorreu fortemente todo o s\u00e9culo XX fazendo com que montagem e ilumina\u00e7\u00e3o, cada uma \u00e0 sua maneira, dentro de seu ve\u00edculo, tenham se apoiado nela consideravelmente para se constituir como ferramentas da narrativa.<\/span><\/p><p>Link:<a href=\"http:\/\/hdl.handle.net\/unirio\/11389\"> http:\/\/hdl.handle.net\/unirio\/11389<\/a><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4baf3a1 elementor--star-style-star_fontawesome elementor-widget elementor-widget-star-rating\" data-id=\"4baf3a1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"star-rating.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-star-rating__wrapper\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-star-rating\" itemtype=\"http:\/\/schema.org\/Rating\" itemscope=\"\" itemprop=\"reviewRating\">\n\t\t\t\t<i class=\"elementor-star-full\" aria-hidden=\"true\">&#xE934;<\/i><i class=\"elementor-star-full\" aria-hidden=\"true\">&#xE934;<\/i><i class=\"elementor-star-full\" aria-hidden=\"true\">&#xE934;<\/i><i class=\"elementor-star-full\" aria-hidden=\"true\">&#xE934;<\/i><i class=\"elementor-star-full\" aria-hidden=\"true\">&#xE934;<\/i>\t\t\t\t<span itemprop=\"ratingValue\" class=\"elementor-screen-only\">Rated 5 out of 5<\/span>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MACHADO, Renato Bandeira Gouv\u00eaa. A luz da montagem. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Artes C\u00eanicas) &#8211; UNIRIO, 2011. Palavras-chave: Analogia; Ilumina\u00e7\u00e3o C\u00eanica; Montagem. Resumo: Esta disserta\u00e7\u00e3o prop\u00f5e uma aproxima\u00e7\u00e3o entre o cinema e o teatro. 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